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I got a fever

Podcast #3 no forno. Segunda-feira ele chega, com muito cowbell.

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Power to the People

22, dezembro, 2009 Leonardo Tissot 1 comentário

Isso não foi muito divulgado por aqui, mas olha que coisa incrível.

No Reino Unido, todos os anos, há uma grande expectativa de qual será o single mais vendido na semana de Natal. Afinal, não há coisa que os ingleses gostem mais do que música pop. Bem, talvez tenha, sim: paradas de sucesso.

Simon Cowell – o jurado mala de American Idol e executivo da BMG – afirmou que um de seus protegidos, Joe McElderry (vencedor do The X Factor, programa de música local do qual Cowell também é jurado), chegaria ao topo da parada de singles britânica no Natal deste ano, com a música “The Climb”. E isso provavelmente aconteceria, já que os vencedores do show de calouros vêm alcançando esse objetivo há quatro anos.

Rage-Against-The-Machine-Posters

Surgiu, então, no Facebook, uma campanha para levar uma canção que fosse o oposto completo do pop açucarado e desprovido de colhões de McElderry e Cowell ao topo: o clássico da rebeldia “Killing in the Name”, do Rage Against The Machine, de 1992. Era um recado a Simon Cowell: “fuck you, I won’t do what you tell me”.

Para combater a ainda fortíssima mídia britânica, só mesmo a internet. Com a força dos usuários do Facebook (e o apoio – ainda que descrente – de veículos como o NME) o que parecia impossível realmente aconteceu. Fãs de música de verdade levaram a campanha em frente, colocando o quarteto americano no Top 40 UK na semana de 20 de dezembro.

Por meio do comércio online, o single do RATM vendeu 50 mil cópias a mais do que a baba radiofônica de McElderry, provocando até mesmo a retratação pública de colunistas do NME, que simplesmente não acreditavam que tal coisa fosse possível.

O dinheiro será enviado para caridade e o RATM prometeu fazer um show de reunião gratuito no Reino Unido em 2010.

O engraçado é que, provavelmente, nunca uma canção com tantos “fuck you” foi tão celebrada durante o Natal.

E você, para quem gostaria de mandar um sonoro “fuck you” neste fim de ano?

Este aqui morreu

Para este outro aqui nascer. Vejo vocês por lá.

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Stay tuned

28, abril, 2009 Leonardo Tissot 1 comentário

Blog temporariamente parado. Mudanças em breve.

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Working class hero

Trabalho bastante, ganho pouco e, às vezes, me divirto.

Aqui tem uma matéria sobre a vinda do Radiohead ao Brasil, que ajudei a pesquisar e a redigir.

E aqui tem uma feita por mim na época do show do R.E.M. Como esta não está completa, a revista já saiu das bancas há muito tempo e ninguém ia comprá-la por causa do meu humilde textinho, mesmo, aí vai:

Redenção Em Movimento

Próximos de completar 30 anos de carreira, os americanos do R.E.M. estão em estado de graça. Lançaram um grande álbum, viajaram por todo o planeta e, para finalizar seu acelerado 2008, vieram pela segunda vez ao Brasil em uma turnê vitoriosa, que passou por três capitais. O que quase ninguém sabe é que por muito pouco isso tudo não deixou de acontecer.

“Um dos melhores trabalhos do R.E.M.”; “o disco mais consistente da banda desde Automatic for the People”; “um álbum que ecoa o período em que fizeram suas melhoras músicas”. Foi neste tom que boa parte da imprensa especializada internacional (Rolling Stone, Spin, NME), recebeu Accelerate, o 14º álbum de estúdio produzido pelo grupo norte-americano R.E.M. em abril de 2008. Quatro anos após o lançamento do fracassado Around the Sun – disco que desagradou críticos e fãs de forma idêntica – o trio de Athens (no estado da Georgia) recuperou o prestígio que sempre ostentou, desde o lançamento de Murmur, 25 anos atrás.

Mas para reencontrar o rumo das ótimas melodias de Peter Buck (guitarrista) e Mike Mills (baixista e tecladista), e das harmonias vocais inimitáveis de Michael Stipe, o R.E.M. precisou reavaliar a forma de trabalhar como grupo e – mais importante do que isso – teve que se certificar de que a vontade de continuar tocando juntos ainda existia.

O jornalista gaúcho e colunista do jornal Zero Hora Roger Lerina, fã da banda desde os anos 80 e especialista no assunto, acompanhou alguns shows da turnê européia neste ano e teve a oportunidade de conversar com o próprio Michael Stipe e algumas pessoas próximas aos músicos, como o empresário Bertis Downs e uma amiga pessoal do vocalista. Estes últimos garantiram que a crise após o insucesso de 2004 foi grande. “Chegando perto dos 30 anos de carreira, eles definitivamente consideraram a possibilidade de parar. Mas a amizade entre os três prevaleceu e a banda resolveu partir para outros caminhos”, revelou o jornalista.

Deixando os teclados de lado e munindo-se novamente de guitarras e muita disposição, o ex-quarteto – o baterista Bill Berry saiu em 1997 sem jamais ser substituído oficialmente – conseguiu o inimaginável: compor um dos melhores discos de sua extensa e celebrada carreira.

Acelerando a América Latina

Foram poucas as oportunidades que os latinos tiveram de conferir o R.E.M. ao vivo. Exceto alguns shows no México em 2004 e as lendárias apresentações da banda no Rio de Janeiro (RJ) e em Buenos Aires (Argentina), em 2001 (respectivamente no Rock in Rio e em um festival paralelo que ocorreu na capital argentina), o público local só conhecia o trabalho do grupo por meio de discos, vídeos e internet. No entanto, além de se redimir perante seus admiradores do mundo inteiro com o ótimo álbum, em 2008 o R.E.M. também pôde se desculpar trazendo a turnê de Accelerate para Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru e Venezuela. O país do samba foi o privilegiado-mor, com quatro apresentações: uma em Porto Alegre (RS), uma no Rio de Janeiro (RJ) e duas em São Paulo (SP).

Ao contrário do que muita gente diz – que o Brasil só recebe artistas em decadência – o R.E.M. aterrissou por aqui em uma de suas fases mais criativas e elogiadas. A nós, fãs, só resta agradecer e torcer para que a banda acelere sua próxima visita o máximo possível.

Para começar bem

Se você não conhece muito, mas quer entrar no universo sonoro do R.E.M., o jornalista e colunista do jornal Zero Hora, Roger Lerina, aponta três álbuns fundamentais entre os 14 da discografia do grupo.

Murmur (1983) – “É o primeiro disco deles, e o estilo singular da banda, que mistura rock alternativo, new wave, folk e country, já está lá”.

Out of Time (1991) – “Impossível não citar o sétimo disco do grupo, o maior sucesso deles até hoje, com mais de 10 milhões de cópias vendidas no mundo todo. Além de trazer o megahit Losing my Religion, o álbum tem pérolas como Country Feedback, Shiny Happy People, Belong, Me in Honey e Radio Song”.

Accelerate (2008) – “O R.E.M. reconcilia-se com sua veia mais roqueira nesse disco rápido (menos de 40 minutos) e recheado de rocks guitarreiros e dançantes, como Living Well is the Best Revenge, Hollow Man, Man-Sized Wreath, I’m Gonna DJ e Supernatural Superserious”.

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Alta Fidelidade


O negócio da música como a gente conhecia está acabado. Disso todo mundo sabe. Não é de hoje que a coisa começou a mudar. Mas tem gente que se recusa a compreender e a se adaptar à nova realidade.

A indústria poderia estar ganhando dinheiro com um novo modelo para distribuição e venda de música há muito tempo. Não sou eu que estou dizendo, ideia pra isso acontecer é o que não falta por aí. Mas os caras preferem seguir pelo caminho mais difícil.

Não é colocando a gurizada do Pirate Bay na cadeia por um ano que as coisas vão mudar. E, por um lado, é legal que a indústria esteja finalmente pagando pela forma desonesta como agiu durante décadas, surrupiando artistas e enriquecendo às custas do talento alheio.

Ainda assim, tem muita gente que sobrevive diretamente do negócio da música, como donos de sebos e pequenas lojas independentes. E outra: aquela coisa legal de sair fuçando no meio de um monte de discos está acabando.

Para ajudar a manter essa tradição que permitiu que tantas pessoas descobrissem artistas incríveis, aos quais dificilmente teriam acesso se não fosse pela pesquisa braçal de catar informações e álbuns em sebos e lojas, os EUA e a Inglaterra, entre outros países, estão promovendo o Record Store Day, que ocorre amanhã.

Tem muita gente se envolvendo. Artistas doando músicas para download com o intuito de promover o evento e uma cobertura grande da mídia especializada lá fora.

Minha sugestão? Larga o mp3 player por um dia, aproveita o sábado de sol e visita uma loja de discos também. Compra um CD ou vinil que ache legal, não vai custar mais do que R$ 10,00, prometo.

Quando chegar em casa, coloca o disco pra tocar, abre o encarte, lê as letras, dá uma olhada nas fotos e tenta relembrar um pouquinho como era legal quando se tinha tempo pra curtir música do jeito que ela merecia. Depois volta aqui e conta como foi. Duvido que se arrependa.

Update

Alguns depoimentos legais do site do Record Store Day:

Jack White

“I think it’s high time the mentors, big brothers, big sisters, parents, Guardians, and neighborhood ne’er do wells, start taking younger people That look up to them To a real record store and show them what an important part of life music really is. I trust no one who hasn’t time for music. What a shame to Leave a child, or worse, a generation orphaned from one of life’s great beauties. And to the record stores, artists, labels, dj’s, and journalists; we’re all in this together. Show respect for the tangible music that you’ve dedicated your careers and lives to, and help It from becoming nothing more than disposable digital data.”

Nick Hornby, author, High Fidelity, Slam, (among others)

“Yes, yes, I know. It’s easier to download music, and probably cheaper. But what’s playing on your favourite download store when you walk into it? Nothing, that’s what. Who are you going to meet in there? Nobody. Where are the notice boards offering flatshares and vacant slots in bands destined for superstardom? Who’s going to tell you to stop listening to that and start listening to this? Go ahead and save yourself a couple of quid. The saving will cost you a career, a set of cool friends, musical taste and, eventually, your soul. Record stores can’t save your life. But they can give you a better one.”

Cameron Crowe (one time Associate Editor of Rolling Stone, Screenwriter for films like “Fast Times At Ridgemont High,” and Director of films such as “Say Anything…,” “Jerry McGuire,” “Almost Famous,” “Vanilla Sky” and “Elizabeth Town.”)

“The record store. Where true fandom begins. It’s the soul of discovery, and the place where you can always return for that mighty buzz. The posters. The imports. The magazines. The discerning clerks, paid in vinyl, professors of the groove. Long live that first step inside, when the music envelopes you and you can’t help it. You walk up to the counter and ask the question that begins the journey — “what is that you’re playing?” Long live the record store, and the guys and girls who turn the key, and unlock those dreams, every day.”

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O fundo do poço?

17, abril, 2009 Leonardo Tissot 1 comentário

Em 1991, o Smashing Pumpkins, banda formada por Billy Corgan, D’Arcy, James Iha e Jimmy Chamberlain – fenomenal baterista de influências jazzísticas, cuja técnica e potência é tristemente subestimada – lança Gish, após alguns meses de ensaios, períodos de composição e gravações. A banda, inclusive, começou a tocar acompanhada de uma bateria eletrônica, antes de Chamberlain se juntar ao grupo.

O disco não faz lá muito sucesso, mas é bem recebido pela crítica. Pesado e extremamente bem tocado, o álbum mistura a tendência “alternativa” da época com o lado dark dos anos 80. É, até hoje, o meu preferido.

Desiludido pelo sucesso que não veio, Corgan compõe um álbum mais “pra cima”, mas não muito: Siamese Dream, que sai em 1993. “Today” vira um grande hit e é lembrada até hoje, sendo a trilha de um dos recentes comerciais da Visa. O público entende melhor esse trabalho, que vende como água e coloca os Pumpkins como uma das mais populares bandas da década.

Dois anos depois, vem o pomposo e grandiloquente Mellon Collie and the Infinite Sadness, álbum duplo conceitual e megalomaníaco que se torna o disco definitivo do quarteto. Papam todos os prêmios possíveis da MTV, o tecladista que acompanha a banda morre de overdose, o baterista é demitido por causa disso e a coisa começa a degringolar. Mais um grupo talentoso de músicos consumido pelos velhos clichês do rock.

O guitarrista James Iha lança um disco solo em 97, sinal falso de que pedia passagem como compositor. Depois deste trabalho, nunca mais lançou nenhum disco composto inteiramente por ele.


Ui

Em 98, Corgan compõe um disco ainda mais pretensioso do que o anterior, Adore, repleto de pianos e experimentações eletrônicas. O lado gótico/dark da banda começa a aparecer mais – o grunge aqui já tinha morrido de vez – e o resultado divide crítica e fãs.

O ano 2000 chega, a banda lança Machina/The Machines of God, com Jimmy Chamberlain de volta e sem D’Arcy – a formação original da banda jamais voltaria a tocar junta novamente. O disco é mais pesado do que o anterior, mas também não dá em muita coisa. Os shows são cada vez mais caóticos, as músicas ganham versões extensas e totalmente distorcidas das originais.

Corgan lança o pífio Machina II na internet e decide acabar com a banda. Em 2002, monta o Zwan, com uma formação muito próxima a do Smashing Pumpkins – até com uma baixista – mas as composições fracas do único disco lançado pelo grupo não convencem.

Em 2005, o vocalista lança um CD solo, como se ele não fosse o dono das bandas anteriores em que tocou. Ninguém escutou o disco, e quem teve coragem se arrependeu amargamente.

2007 chega e uma nova formação dos Pumpkins, somente com Billy e Jimmy da banda original, lança Zeitgeist. É o melhor álbum desde Mellon Collie, mas ainda assim, insuficiente para o alto padrão que o grupo já havia demonstrado poder atingir.

No mesmo ano, Corgan declara que a banda permanece em atividade, mas gravará apenas singles esporádicos a serem lançados via internet.

Em 2009, Jimmy Chamberlain pede demissão. Em abril do mesmo ano, James Iha ressurge das cinzas, em uma banda cujo vocalista é Taylor Hanson. A primeira música de trabalho do Tinted Windows, “Kind of a Girl”, é absolutamente ridícula.

E aí eu peço encarecidamente: por favor, chega, né?

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Bastardo II

15, abril, 2009 Leonardo Tissot 1 comentário

Teaser novinho de Inglourious Basterds divulgado no American Idol (hã?) de ontem, e hoje no Ain’t It Cool.

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Onde os velhos têm vez

Alguém na redação me pergunta por que eu bato tanto a perna e balanço a cabeça enquanto escrevo. A resposta é simples. Estou ouvindo Black Ice, do AC/DC, um dos poucos discos de 2008 que fez os meus tímpanos vibrarem.

Um bom álbum vindo dos tiozinhos australianos não deixou de ser algo surpreendente, considerando que a banda tem quase 40 anos de estrada. Seria natural eles estarem totalmente acomodados em sua irrelevância regada a cloro de piscina.

Mas não foi o caso. Os velhinhos fizeram o seguinte: chamaram ninguém menos do que Brendan O’Brien, um dos melhores produtores de rock dos últimos 20 anos. O cara tem no currículo trabalhos em parceria com nomes como Pearl Jam, Stone Temple Pilots, Bruce Springsteen, Rage Against The Machine, The Offspring, Incubus, entre outros menos notáveis.

O produtor, inclusive, foi convocado para dar uma revitalizada no som do Aerosmith. O próximo disco da banda deve sair neste ano, assinado por ele. É um bem-vindo reconhecimento ao seu trabalho, muitas vezes ofuscado por outros nomes – como Rick Rubin – que, sem dúvida, também merecem os elogios recebidos.


As três capas de Black Ice



Claro que um bom produtor não resolve os problemas de uma banda ruim. E é mais claro ainda que o AC/DC está muito longe de ser um bando de adolescentes com franjas mal cortadas e mais habilidade com a guitarra de plástico do Guitar Hero do que com uma de verdade. Logo, a parceria deu um caldo e tanto.

A pegada da banda não voltou a ser a mesma dos anos 70, quando ainda contavam com os vocais de Bon Scott, morto em 1980. Ainda assim, os músicos demonstram que talento e capacidade criativa ainda fazem a diferença em uma banda de rock, especialmente nas palhetadas dos irmãos Angus e Malcolm Young.

Todas as músicas – sem exceção – são ótimas. A sensação é de estar ouvindo um greatest hits, o que torna impossível destacar uma ou outra faixa. E isso é outra particularidade do AC/DC. Eles, de fato, decidiram fazer um álbum, e não um monte de músicas. Tanto que se negaram a vender Black Ice em lojas virtuais, faixa por faixa.

Para quem ainda não ouviu, fica a dica de um disco coeso, sem frescuras, direto e altamente saboreável e deglutível desde a primeira audição. Sei que quando o cara chega num ponto em que acha o CD do AC/DC o melhor do ano, está virando um dinossauro. Mas se for pra ser um predador carnívoro e insano como esses cinquentões, não me parece tão mal assim.

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Sem Live Forever

O setlist do show do Oasis deve ser mais ou menos esse. Não tem variado muito na turnê atual.

Fuckin’ In The Bushes
Rock ‘n’ Roll Star
Lyla
The Shock Of The Lightning
Cigarettes & Alcohol
The Meaning Of Soul
To Be Where There’s Life
Waiting For The Rapture
The Masterplan
Songbird
Slide Away
Morning Glory
Ain’t Got Nothin’
The Importance Of Being Idle
I’m Outta Time
Wonderwall
Supersonic

Bis

Don’t Look Back In Anger
Falling Down
Champagne Supernova
I Am The Walrus (The Beatles)

Trocaria qualquer uma das novas por “Live Forever”, “Talk Tonight”, “Cast No Shadow” ou “Some Might Say”. Até por “Stand By Me” ou qualquer outra do Be Here Now… Até por “Gas Panic” eu trocava. Até por “The Hindu Times” ou “Who Feels Love” ou “Stop Crying Your Heart Out” ou “Half the World Away”.

Acho que um show não vai ser suficiente. E olha que Oasis tá longe de ser uma das minhas bandas favoritas.

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