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Textos com Etiquetas ‘pearl jam’

Amongst the Waves

30, junho, 2010 Leonardo Tissot 1 comentário

Depois do clipe fraquinho de “The Fixer”, o Pearl Jam vem com o lindo “Amongst the Waves”. A banda, como sempre, grande defensora do meio ambiente, inclusive está lançando o site Oceans. Aliás, o próprio clipe é uma versão HD Full Master Blaster do vídeo da música “Oceans”, de 1992.

Pearl Jam Oceans from Pearl Jam on Vimeo.

Black

Ao gentil leitor que entrou no meu blog buscando no Google “A musica começa com a palavra SHE no acustico Pearl Jam”: o nome da canção é “Black” e a primeira palavra é “sheets”.

Felicidades e melhor sorte nas próximas buscas.

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Pearl Jam no Halloween

7, novembro, 2009 Leonardo Tissot 2 comentários

Pearl Jam tocando “Whip It” na Filadélfia, fantasiados de Devo. Para quem não conhece o vídeo original, um dos melhores de todos os tempos na modesta opinião deste blogueiro, tem aqui.

Achou estranho? Calma, era só Halloween… Pior mesmo foi em 2000, quando eles tocaram vestidos de Village People.

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Backspacer

23, setembro, 2009 Leonardo Tissot 3 comentários

Não é tarefa muito fácil escrever sobre Backspacer. Por mais que o Pearl Jam seja minha banda do coração – além de ouvir, eu torço por eles como se fosse meu time – o que esses caras ainda teriam a dizer (lírica e musicalmente) após quase 20 anos de carreira e nove álbuns lançados?

“Nada” parecia ser a resposta após as primeiras audições. Acho que nunca um álbum deles havia me decepcionado dessa forma. Mas a gente não deixa de torcer para o nosso time quando ele perde uma partida ou um campeonato. Muito menos quando cai pra segunda divisão. Então, ainda me sentia obrigado a dar uma chance.

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Após algumas audições, desencanei de algumas coisas que me incomodaram no disco. Claro, eu preferia que “The Fixer” fosse mais gritada, mais suja, menos assobiável. Mas se ela é do jeito que é, o que eu posso fazer a respeito? Chorar como uma criancinha que não ganhou chocolate de sobremesa? Tô meio velho demais pra isso.

Também queria que “Just Breathe” continuasse até o fim como soa no começo, só com violão e voz. Mas aos poucos vai entrando uma base pra dar aquela suavizada – um arranjo de cordas pop, pra ser mais preciso – do qual eu não sentiria a menor falta caso não existisse. Acredito que ao vivo vai funcionar melhor, se não cometerem o pecado de simular o cello no teclado.

Coisas como “Amongst the Waves” – uma tentativa frustrada de recriar “Given to Fly”? – “Unthought Known” e “The End” também não foram lá muito bem-vindas na primeira ouvida. Soa como música de rádio FM para pessoas acima dos 40. Apesar da produção zero calorias – novamente a cargo de Brendan O’Brien, de volta após 10 anos de ausência – as músicas se tornam aceitáveis com alguma insistência, é apenas questão de costume. Mas o veredito final, só depois de ouvir boas versões ao vivo.

“Johnny Guitar” é a mais interessante da nova leva de canções. Se musicalmente não acrescenta muito, tem um senso de humor que há tempos não aparecia – mas que também não é inédito na carreira da banda, como muitos têm dito por aí. Já esqueceram de “Dirty Frank”?

Aliás, o disco inteiro reflete um bem-estar e uma alegria de viver que chegam a aproximar a banda de um conceito “comercial de margarina”. Fico honestamente feliz por eles, mas sou egoísta. Prefiro o Pearl Jam atormentado e indignado com o governo Bush de antigamente. Maldito Obama.

De qualquer forma, Backspacer está longe de ser um álbum descartável, ao menos para quem acompanha a banda há bastante tempo. No final, tudo que eu preciso é de músicas como “Got Some”, “Supersonic” e “Force of Nature” – rocks diretos, sem frescura e que dão aquela sensação de que a juventude ainda não foi totalmente pro ralo. Pelo menos não enquanto o Pearl Jam estiver na ativa.

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The Fixer

22, agosto, 2009 Leonardo Tissot 2 comentários

Saiu o vídeo de “The Fixer”, do Pearl Jam, dirigido pelo Cameron Crowe e gravado no The Showbox, em Seattle, há alguns meses.

O Paulo Terron havia postado mais cedo uma versão do vídeo que subiram no Daily Motion, mas já saiu do ar. Agora está se disseminando pelo YouTube e, pelo jeito, não tem mais volta.



Não sei o que pensar a respeito. Primeiro, porque não parece um vídeo do Pearl Jam. E também porque não parece dirigido pelo Cameron Crowe. Mas os trechos de outras músicas que estão, aos poucos, aparecendo por aí, ainda dão alguma esperança em relação a qualidade do CD. Resta aguardar…

Backspacer Promo

18, agosto, 2009 Leonardo Tissot 1 comentário

Ok, isso é publicidade pura. E eu sou o público-alvo. Então, é claro que depois de assistir a esse negócio eles me venderam o disco. Não que eu não fosse comprar de qualquer forma…

Mas parece realmente sincero. Não tem como não ser. Tem?

***

A propósito, se só tem um mictório no estúdio, como é que fica se no meio de um ensaio um deles sentir vontade de fazer o número 2?

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Got some if you need it

Piazito do Reino Unido mandou muito bem. Misto de admiração e inveja.

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Backspacer

Eu sempre volto a ter 15 anos quando o Pearl Jam aparece com algo novo. Mesmo que isso arrebente o meu layout.

Update: layout arrumado.

Mother

Dia das mães também é hora de falar de rock. Afinal de contas, a relação delas com seus filhos inspirou muitas canções. Algumas verdadeiramente fraternais, outras doentias. Quase todas bastante tristes. Mas quem gosta de música feliz não ouve rock, de qualquer forma…

O abandono narrado por John Lennon, em “Mother”, é uma das mais impressionantes pela forma direta e incisiva com que se dirigiu aos seus pais.

Mother, you had me, but I never had you
I wanted you, you didn’t want me
So I, I just got to tell you
Goodbye, goodbye

Ainda assim, no final, ele clama pela presença de ambos.

Mama don’t go
Daddy come home

“Julia”, composta ainda na época dos Beatles, também falava sobre a necessidade do músico em se comunicar com a mãe.

Half of what I say is meaningless
But I say it just to reach you
Julia

Julia e o pequeno John Lennon

Julia e o pequeno John Lennon

A história incestuosa cantada por Eddie Vedder, em “Alive”, é uma das mais bizarras. A mãe sente desejo pelo filho, que é fisicamente igual ao pai, já morto.

Oh, she walks slowly
Across a young man’s room
She said: “I’m ready… for you”
I can’t remember anything to this very day
Except the look, the look…

O pedido de Noel Gallagher para que sua mãe superasse um possível câncer – que não se confirmou -, em “Don’t Go Away”, respinga um certo dramalhão mexicano. Mas quem vai dizer que não é sincero?

Damn my education, I can’t find the words to say
About the things caught in my mind

I don’t wanna be there when you’re coming down
I don’t wanna be there when you hit the ground

“Mother’s Little Helper”, dos Rolling Stones, também é interessantíssima. A “ajudinha” da mãe são pílulas amarelas que dão uma mãozinha no dia a dia. No final da música, no entanto, o médico se nega a continuar receitando o remédio, para evitar uma overdose.

“Kids are different today,”
I hear every mother say
Mother needs something today to calm her down
And though she’s not really ill
There’s a little yellow pill
She goes running for the shelter of a mother’s little helper
And it helps her on her way, gets her through her busy day

Espero não ter deixado ninguém deprimido. E feliz dia das mães a todas que leem este blog.